- 19:33
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Banda Afro Jazz e HOVER são as vencedoras do concurso VOZPRATODOS e se apresentam no mesmo palco de Linkin Park e Panic! at the Disco
Chega ao fim a votação do concurso VOZPRATODOS para as cidades de BH e Brasília. As bandas vencedoras vão abrir a programação musical do Circuito Banco do Brasil 2014. Em Belo Horizonte a banda escolhida foi Afro Jazz e em Brasília, a banda vencedora foi a carioca Hover.
Para chegar à vitória, os músicos passaram por um time de jurados e foram submetidos à votação popular junto com outros 19 concorrentes. A segunda edição do Circuito acontece em Belo Horizonte dia 18 de outubro e em Brasília no dia 19. Em novembro o Circuito chega a São Paulo e ao Rio de Janeiro.
O Afro Jazz é uma banda formada por jovens músicos cariocas que, ao pesquisarem sobre a fusão entre África e Brasil, trazem uma renovação nessa temática com suas músicas vibrantes e criam arranjos inusitados às músicas de diferentes compositores brasileiros e internacionais. O show do Afro Jazz será marcado com muito groove, reggae, afrobeat, batuque e rock, e tem como evidência a ancestralidade musical e cultural do continente africano.
Conheça mais em: http://www.afrojazz.com.br
Com uma batida mais rock 'n' roll, a banda Hover traz quatro petropolitanos que, como eles mesmos dizem, estão “tentando fazer Rock em inglês no Brasil”, mas sem deixar de lado outras melodias. As composições próprias da banda são o reflexo de tudo o que seus integrantes têm passado nos últimos tempos.
Conheça mais em: http://www.hoverrock.com/
- 08:22
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Música e arte são a essência desses incansáveis músicos que agora seguem com um novo projeto,
a Sala Espacial.
A lenda da ave mitológica Fênix diz que quando ela perdia a vida, entrava em auto-combustão e, tempos depois , ressurgia das próprias cinzas. E o que isso tem haver com a banda Sala Espacial? Muitas coisas! Tudo começou no dia 12 de fevereiro de 2014 quando 'Casa Moxei', propriedade que servia como moradia, estúdio e casa de shows, pegou fogo em razão de um curto circuito. Ninguém se machucou, no entanto, instrumentos, computadores, estoques de CDs e livros, incluindo também coleções pessoais de discos dos residentes se perderam no meio das cinzas. O acontecimento não desanimou os músicos, Teco Martins, Toni Rastan, Rodrigo Caggegi, Alexandre Iafelice, Pedro Iafelice e Bóris. Eles reuniram forças e assim se formou a Sala Espacial.
O público já conhecia Teco, Caggegi, Pedro Iafelice e Alê Iafelice da banda Rancore (que encontra-se em hiatus indeterminado), e agora, eles juntamente com Toni Rastan e Bóris criaram uma sonoridade totalmente diferente, explorando vários estilos musicais e até o lado mais experimental deles. A banda lançou dois EPs que levam o nome da residência tomada pelas chamas naquele dia fatídico. Entrevistamos o baterista Ale Iafelice que nos detalhou sobre o início da banda e dos planos para o futuro. Leia abaixo:
FRS: Primeiramente, como aconteceu o surgimento da banda?
Ale: Resumindo, a banda se formou após um incêndio. Como algumas pessoas sabem, nossa casa pegou fogo em fevereiro de 2014, incinerou a sala e o estúdio, tudo que estava nos dois cômodos virou pó. Após esse acontecimento, eu, Caggegi, Teco, Pedro e Toni decidimos nos unir, formar a Sala Espacial e seguir em frente, transformar toda aquela tragédia em um momento de aprendizado, reconstrução, recriação e renovação. Foi um processo muito natural e místico, quando menos percebemos a banda estava formada e com muitas músicas para serem gravadas.
FRS: Quais são as influências e o diferencial da Sala Espacial?
Ale: As influências são infinitas, a cada momento se renovam e reciclam. Cada um da banda traz um pouco do seu mundo, que misturados formam a Sala Espacial. Uma pegada meio samba marciano.
FRS: Como você classifica o estilo musical da banda? E por que o nome Sala Espacial?
Ale: Sinceramente acho muito difícil definir um estilo, viajamos por vários tipos de som, sem se prender nesse ou naquele.Tínhamos guardado na memória o nome "SALA ESPECIAL" a pelo menos uns 7 anos. Eu e o Teco frequentávamos muito o ateliê do Padre (artista e nosso amigo de infância), era um lugar muito doido, muita energia, me lembro do nome ter surgido nessa época, em algum desses roles. Após o incêndio, assim que decidimos montar a banda, esse nome já foi sugerido e aprovado por todos. Pouco tempo depois descobrimos que existiu uma banda com esse mesmo nome nos anos 80, e por isso desencanamos dele. Foi aí que a Amanda (namorada do Teco) sugeriu o nome "SALA ESPACIAL" ao invés de "SALA ESPECIAL". De cara todos curtiram muito a ideia e foi assim que o nome chegou para ficar.
FRS: Quais experiências que você, Teco e Caggegi trazem do Rancore para esse novo projeto?
Ale: Acho que nossa experiência e "bagagem" acabam contribuindo de algumas formas para o fortalecimento da banda, mas independente disso, estamos dando nossos primeiros passos, é tudo uma grande novidade. Estamos passando por todo processo de criação, gravação e ensaio, de um jeito totalmente diferente do que já vivenciamos antes. BEM LEGAL!
FRS: Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?
Ale: Na Sala Espacial todos tem espaço para criar, compor e escrever. No EP1 que lançamos recentemente, tem musicas de diferentes integrantes da banda e também musicas criadas em um processo colaborativo. No final das contas acaba sendo uma grande união, todos participam de alguma forma na criação e arranjo dos sons.
FRS: O que empolga vocês ao ouvir o EP de estreia pronto e recebendo boas críticas? Vocês encaram como um projeto desafiador?
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| "Na Sala Espacial todos tem espaço para criar, compor e escrever" |
Ale: O que empolga é justamente ver essa boa receptividade das pessoas com o som. Agradeço muito por ver tanta gente se identificando e curtindo a banda. Acho que formar uma banda e ousar em fazer dela sua vida, com alma e coração, cultivando algo que você realmente acredite e se orgulhe, é um GRANDE desafio.
FRS: Pode nos revelar alguns planos de curto prazo? Vocês pretendem fazer shows pelo Brasil e lançar um álbum completo?
Ale: O próximo passo a curto prazo é lançar o EP2 CASA MOXEI, e na sequência começar a fazer shows por esse mundão. Vamos lançar o álbum completo sim, estamos na fase final da produção, mas antes de lançá-lo ainda temos muito trabalho pela frente.
Aonde encontrar a banda:
Facebook: https://www.facebook.com/salaespacial
Soundclound: https://soundcloud.com/salaespacial
Aonde encontrar a banda:
Facebook: https://www.facebook.com/salaespacial
Soundclound: https://soundcloud.com/salaespacial
- 11:32
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Entenda um pouco do porque o mundo inteiro é apaixonado por séries e aonde você pode se encontrar com mais geeks como você!
Por: Ingrid Natalie (@ingridnatalie)
O bom e velho rock’n’roll é o nosso combustível, energia e o que nos deixa produtivas. Mas nossos leitores também já se acostumaram com as nossas coberturas e reportagens a respeito de anime, mangá e cultura geek em geral, e hoje vamos revelar outra paixão da nossa equipe: séries.
Assistir séries se tornou uma febre mundial, base de muitas conversas e até mesmo marcador de estilo. Telespectadores estão assistindo mais séries agora do que eles assistiam uma década atrás, principalmente comédias americanas, chamadas “sitcoms”. As “sitcoms” geralmente abrangem temas referentes a amizades, relações familiares e algumas situações de trabalho. Elas frequentemente nos lembram do nosso ambiente social e também funcionam como fonte de cultura e entretenimento.
Muito provavelmente você já deve ter assistido algum episódio da série “Friends”. Mesmo após 20 anos da transmissão do primeiro episódio (completados dia 22/09), muitas pessoas ainda acompanham todos os 236 episódios das 10 temporadas ou se não viram com certeza terão curiosidade de ver. Nesta série, os seis amigos Joe (Matt LeBlanc), Ross (David Schwimmer), Chandler (Matthew Perry), Monica (Courteney Cox), Phoebe (Lisa Kudrow) e Rachel têm vários momentos divertidos juntos e aprendem a amar um ao outro como uma família. 52, 5 milhões de espectadores americanos assistiram ao último episódio da série, sucesso incontestável. E quem não canta o tema de abertura “I’ll be there for you” sempre que começa um episódio?
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| A turma de amigos que encanta a público a duas décadas |
Há rumores de que a série poderá ganhar mais uma temporada. A produção da NBC já confirmou que fará uma temporada comemorativa da série, que tem como elenco original. No entanto, Jennifer Aniston afirmou a revista OK! que não acha uma boa ideia ter todo o elenco original reunido, e com isso, a atriz Courteney Cox tem reunido esforços para convencer a atriz e amiga.
A revista ainda diz que, Courteney havia dito a Jennifer que ela e Matthew Perry ainda possuem a incrível química e entrosamento de anos atrás, é como se o tempo não tivesse nem passado e que desde o fim de 2004, tem sido muito raro encontrar o elenco reunido em público. (Fonte: Fans!Br)
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| The Big Bang Theory - esta é a vez dos nerds sensualizarem |
Não importa como você seja, a sua profissão ou o grupo ao qual você pertença, as “sitcoms” abordam temas que fazem parte da vida de pessoas reais e automaticamente faz com que nos identifiquemos com elas. Essa certamente é a principal razão que fazem delas tão bem sucedidas em todo o planeta.
Você que é fã de séries e filmes poderá conferir muitas novidades na CCXP - Comic Con Experience que ocorre de 4 a 7 de dezembro no Imigrantes Exhibition & Convention Center em São Paulo. Disney, Warner e Fox são os três patrocinadores que já garantiram presença no evento e que vão levar uma série de atrações inéditas para apresentar ao público da CCXP. Será uma verdadeira celebração do universo geek e da cultura pop. Tanto que os realizadores aumentarão a área para com 39 mil metros quadrados, uma área equivalente a quase 6 campos de futebol.
"Essa nova expansão é resultado da crescente demanda do público por ingressos e de expositores, que querem estar presentes na CCXP para promoverem seus produtos e franquias, coincidindo com o início do período de vendas de final de ano e com a temporada de lançamento de filmes para as férias de verão", destaca Ivan Costa, sócio da CCXP.
O primeiro lote de ingressos acabou em um piscar de olhos e um segundo lote já está à venda no site: www.ccxp.com.br, onde também é possível acompanhar os próximos anúncios de atrações e de artistas convidados do evento.
- 12:04
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| Mark Foster com as fãs sortudas. Foto: Foster The Brazil |
Mark Foster concedeu uma entrevista para as ganhadoras da promoção feita
pela estação de rádio FM 94/9
Por: Ingrid Natalie (@ingridnatalie)
Ter a chance de ver seu ídolo de pertinho já é o sonho de muitas pessoas. Agora, imagina se além disso você também tivesse a chance de entrevistá-lo? Pois é! Duas meninas sortudas ganharam uma promoção da rádio americana FM 94,9 e conseguiram entrevistar Mark Foster, vocalista da banda Foster The People. A entrevista aconteceu antes do show no RIMAC Arena, no dia 29/09 e em um ambiente bem descontraído, dentro do vestiário do estádio.
Dentre algumas das perguntas selecionadas, Foster foi questionado a respeito do tipo de compositor que ele é. "Muitas das vezes eu escrevo as melhores coisas quando eu estou em um lugar onde ninguém pode me ouvir, as paredes são muito grossas, portas trancadas e de preferência que não tenha janelas", explica o vocalista.
Foster afirma que para ele não há um lugar favorito para tocar. "Fizemos um show em Vancouver [Canadá] um mês e meio atrás. Às vezes, tudo parece que você está conectado a todos os músicos no palco. Há uma estimulação para o show que o leva para outro lugar. O público foi maravilhoso. Todos nos tornamos uma consciência coletiva. Todos tivemos o mesmo sentimento ao mesmo tempo. Essa é a minha coisa predileta. Muito raramente isso vai acontecer do começo ao fim, quando você não está pensando em nada",
O nome original da banda era "Foster And The People", mas conforme o nome ia se espalhando as pessoas se equivocaram na compreensão e no final ficou "Foster The People". O líder do trio esclareu esse detalhe, "bem no início eu conversei com alguns amigos meus e contei qual era o nome da banda. A maioria compreendeu errado e pensaram que era Foster The People. Eu gostei disso. Foi interessante como isso mudou [Foster] a partir de um substantivo em verbo e tipo de ação."
Mesmo após ganhar o mundo com o "Torches", primeiro álbum lançado em 2011, Mark Foster se diz que o sucesso não subiu a cabeça e continua sendo uma pessoa simples, assim como os primeiros dias quando ele chegou em Los Angeles, Califórnia. Foster explica, "Todos nossos fãs são muito legais. Eu caminho no meio do público após um show. Eu acho que muitos daqueles artistas que tem pessoas perseguindo-os pela rua, porque eles o incentivam.Logo depois de tocar no Coachella, eu andei no meio da multidão e me sentei na grama e vi Arcade Fire. Ninguém sabia. É tudo sobre como você se comporta. Se você caminhar e agir como se nada estivesse acontecendo, as pessoas vão apenas olhar você passar"
Foster afirma que para ele não há um lugar favorito para tocar. "Fizemos um show em Vancouver [Canadá] um mês e meio atrás. Às vezes, tudo parece que você está conectado a todos os músicos no palco. Há uma estimulação para o show que o leva para outro lugar. O público foi maravilhoso. Todos nos tornamos uma consciência coletiva. Todos tivemos o mesmo sentimento ao mesmo tempo. Essa é a minha coisa predileta. Muito raramente isso vai acontecer do começo ao fim, quando você não está pensando em nada",
O nome original da banda era "Foster And The People", mas conforme o nome ia se espalhando as pessoas se equivocaram na compreensão e no final ficou "Foster The People". O líder do trio esclareu esse detalhe, "bem no início eu conversei com alguns amigos meus e contei qual era o nome da banda. A maioria compreendeu errado e pensaram que era Foster The People. Eu gostei disso. Foi interessante como isso mudou [Foster] a partir de um substantivo em verbo e tipo de ação."
Mesmo após ganhar o mundo com o "Torches", primeiro álbum lançado em 2011, Mark Foster se diz que o sucesso não subiu a cabeça e continua sendo uma pessoa simples, assim como os primeiros dias quando ele chegou em Los Angeles, Califórnia. Foster explica, "Todos nossos fãs são muito legais. Eu caminho no meio do público após um show. Eu acho que muitos daqueles artistas que tem pessoas perseguindo-os pela rua, porque eles o incentivam.Logo depois de tocar no Coachella, eu andei no meio da multidão e me sentei na grama e vi Arcade Fire. Ninguém sabia. É tudo sobre como você se comporta. Se você caminhar e agir como se nada estivesse acontecendo, as pessoas vão apenas olhar você passar"
Veja a entrevista completa abaixo:
Foster the People é um trio de indie rock oriundo de Los Angeles, Califórnia. A banda é formada por Mark Foster (teclado, guitarra e vocal), Mark Pontius (bateria), e Cubbie Fink (baixo e vocal de apoio). A música do grupo, descrita como pop-dance infundido melódico e rock, abrange vários gêneros.
O início se deu em outubro de 2009, quando Mark Foster compôs o mega-hit "Pumped Up Kicks", um sucesso viral em 2010 e fez com que o grupo ganhasse um contrato com a Columbia Records e se tornar um sucesso ao redor do mundo. No momento o grupo tem dois álbuns de estúdio "Torches" (2011) e "Supermodel" (2014), este último atingiu o primeiro lugar no dia de lançamento em vários países no iTunes, inclusive, o Brasil
Fonte: Foster The Brazil
- 11:41
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Só vim aqui hoje pra avisar que #VAITERCLIPESIM, e ééééééééééé...
- 19:41
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| Vespas Mandarinas - Foto: divulgação |
Uma das bandas brasileiras mais incansáveis de 2014 divulgou mais um clipe ao vivo, dessa vez da música "Não Sei O Que Fazer Comigo"
A banda Vespas Mandarinas acaba de lançar o clipe de “Não Sei o que Fazer Comigo”, um dos grandes sucessos do álbum “Animal Nacional”.
O vídeo foi gravado durante o show de lançamento do disco no Centro Cultural São Paulo. O grupo paulista apresenta nesse clipe toda a sua energia ao vivo, numa noite com ingressos esgotados e o público cantando junto a plenos pulmões. Este mesmo show será exibido na íntegra como um especial do Canal Brasil ainda este ano.
A banda, formada por Chuck Hipolitho (guitarra e voz), Thadeu Meneghini (guitarra e voz), André Dea (bateria) e Flavio Guarnieri (baixo), lançou seu primeiro álbum, “Animal Nacional” (Deck) no ano passado, e já se destaca como a grande novidade do rock nacional. Em músicas que já são cantadas em coro por onde passam, como “Cobra de Vidro”, “O Herói Devolvido”, “Santa Sampa” e “Não Sei o que Fazer Comigo”, música nacional mais executada na rádio 89FM em 2013, o grupo mostra valorização nas letras, além do som forte e preciso.
Para quem ainda não teve oportunidade de vê-los ao vivo, a banda volta ao Centro Cultural São Paulo para o show que marca o lançamento de “Animal Nacional” em vinil. A apresentação será no dia 11 de outubro, às 19h.
Que tal sentir o gostinho? Confira o vídeo abaixo:
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